Living In Protest quis explorar as várias dimensões da contracultura ‘hippie’, reflectindo fundamentalmente sobre a sua maneira de viver e de vestir, como protesto contra os valores consumistas da cultura ocidental. No início da década de 1960, os comportamentos dos jovens ‘hippies’ reflectiam a sua postura contracultural, pela defesa de uma vida mais ecológica e sem desperdício. O seu vestuário e estilo de vida assumiram-se como uma forma silenciosa de protestar contra o consumismo que dominava a sociedade americana.